O sucesso dos produtos artesanias - especialmente alguns que sejam ligeiramente ligados intimamente relacionados com as
caráacterísticas particulares dum país - pode servir como boa oportunidade não só para chamar atenção preservá-las, mas
também promover desenvolvimento das várias infrastruturas e actividades rel relacionadas com elas. Infelizmente, o que acontece b
as vezes o valor comercial torna-se importante demais, causando corrupção das tradições e resultando em
mercado cheio das alternativas dos objetos inspirados em folclore, mas feitos numa maneira industrial, com materiais de baixa
qualidade.
No caso de Portugal, este problema pode ser observado em príncipio no exemplo da cortiça - agora omnipresente,
mas nem sempre associado com a produção local. Uma das razões deve ser para relacionada com esta situação deve ser ligada d a falta disproporção
entre o interesse especial neste típo de productos (especialmente entre turistas) e a quantidade deles que pode ser feita
numa forma tradicional. Se calhar, se houvesse existisse alguma forma do apoio financeiro para os menu factores, ou pelo menos
este questão um programa nacional promovindo aprendizagem de formas maneiras formas artisanais de recolha e transformação transformação da cortiçã da cortiça, nos objetos de este qualidadeeste problema
podia ser resolvido.
Por outro lado, esta q é um também um questão de atitude das pessoas interessadas em obter estes de produtos produtos compra dos objetos associados com as a tradição
local - se estas na ma escolhe eles sempre obterem por produtos mais baratos, é obvio que, eu vou ter de promover a produção artisanal,
estão a destui-la.
No entanto, acho que pelo menos em caso de cortiça, ainda existem muitas oportunidades para recuperar o seu potencial como
um pr material precioso, muito com um papel importante em processo de procurar melhores formas da vida - na altura doum crise ecologico, é um
a cortiça pode rele ajudarnos em lembrar não só em produzir dojetos de melhor qualidade, mas também relembrar de outras maneiras de viver: ma com
mais respeito é natureza e num rítmo mais lento.