Falar ou não falar, esse é o problema
O patriotismo e a inteligênçia não são bons amigos. Quem gosta de usar o seu cerébro não pode dizer que a su o seu paiís, a sua paátria, é a melhor do mundo. Há também uma relação entre a inteligência e a capacidade para aprender a falar - e a escrever - bem uma língua - estrangeira, ou a su sua língua materna -. Assim, o silogismo é oóbvio: os patriotas não são gustam de usar o seu ceéréebro, e para aprender que uma pessoa aprenda uma língua é necessário usar o seu cerébro. Conclusão: os a gente patriotas, mais que falar, ou escrever, bem a sua língua, não o fazem - ou não o podem fazer!
Parece, então, que escrever bem a sua língua não é uma forma de pariotismo., ma Pelo contrário, escrever mal a sua língua é uma melhor forma de patriotismo, a menos que não queiramos ser lógicos, obviamente, o que é uma posi seguir esta lógica matématica, obviamente.
O patriotismo, a inteligência, e escrever bem a sua língua não são bons amigos, está bem. Então, quem são os amigos da capacidade para escriever bem a sua língua? A educação, o meio social, a letura... Diferentes factores que, parece-me, não têm a ver com o patriotismo, mas com a falta de patriotismo. Em resum
Em resumo, escriever bem a sua língua não é uma forma de patriotismo, dum puonto de vista lógico e racional. Mas é também verdade que a irracionalidade é está na moda.