O autor pede que o destinatário preste auxílio a certas pessoas, dada a sua influência.
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lisboa
226 de 9ro 630
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[3] | snor afonso Roiz
Vm tenha mta pasiensia q eu nesa tera não tenho a otro amigo
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[4] | q seja tanto de minha alma como vm he soposto q te
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[5] | nho algũ mas não nos qero ocupar porq dando vm esta
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[6] | não faso mais conta de amigos- asim q o portador deste
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[7] | he hu grande parente e amigo meu e pasa pa madri he me
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[8] | dizem esta esa tera apertada dos pes doigo das portas q não
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[9] | sei se he mintira o q se dis e como vm he tam conhesido
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[10] | nesa tera he sera sua pasagem mto falsem por respeito
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[11] | de vm pelo q he peso me fasa m chegar com ele a duana
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[12] | e ate sair fora da tera q fasa conta vou eu mesmo en
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[13] | pesoa a q senpre estarei obrigado a todos os resebidos
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[14] | de vm. com Anto frz escrevi a vm en q dava conta do
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[15] | amigo q se ofereseu e jontamte levara hũ aroba de baqalão
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[16] | e meia pa vm q tudo saria dada e da pasagem deste
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[17] | amigo me avize com o pro en todas as coizas de seu serviso
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[18] | fiqo ptes e seto com o favor de noso Snor nos veremos
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[19] | a q deus gde a
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Amigo d alma
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Simão de fontes
sendo cazao q vm este na feira me fasa m escrever ao migo
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[22] | mais conhesido adq va a duanana en lugar de vm mas o tenho por
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[23] | mais serto estar vm en caza q me parese não vem vm a sta
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[24] | feira e asim não encomendo mais-
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