PT | EN | ES

Main Menu


Powered by <TEI:TOK>
Maarten Janssen, 2014-

CARDS0029

[1830]. Carta anónima, assinada sob os nomes falsos de Cipriano José, Manuel Coimbra e seus camaradas, para Pascoal, lavrador.

SummaryO lavrador Pascoal é vítima de extorsão por meio de carta.
Author(s) Anónimo239
Addressee(s) Pascoal            
From Portugal, Lisboa
To Portugal, Avis, Fronteira
Context

A forma de extorsão que esta carta documenta (e outras mais de igual teor) representa uma prática que se tornou característica da cadeia do Limoeiro no primeiro quartel de Oitocentos e cuja amplitude em muito beneficiou da instabilidade política e social associada aos primeiros anos do Liberalismo e da ambiência generalizada de vulnerabilidade e suspeição.

Support meia folha de papel dobrada escrita em todas as faces e com sobrescrito na última.
Archival Institution Arquivo Nacional da Torre do Tombo
Repository Casa da Suplicação
Collection Feitos Findos, Processos-Crime
Archival Reference Letra C, Maço 5, Número 1, Caixa 12, Caderno [2]
Folios 7r-8v
Transcription Cristina Albino
Main Revision Cristina Albino
Contextualization Miguel Cruz
Standardization Clara Pinto
POS annotation Clara Pinto, Catarina Carvalheiro
Transcription date2007

Javascript seems to be turned off, or there was a communication error. Turn on Javascript for more display options.

Elvas, 14 de Junho Snr Pascoal

Dezejamoslhe saude e a tudo quanto lhe pertence Snr serve esta tão somestes pa lhe dizer q temos hum amigo noso prezo no limoeiro Em Lxa o qual nos manda pedir pa o seu livramento 15 moedas e como nos na ocazião lhas não podemos mandar com a preca q elle as preciza he a Razão por q lhe pedimos nos queira emprestar este dinheiro o qual lhe pagaremos athe o fim de Agosto e asim logo e logo q esta Receba mandara este dinheiro Remetido a Jeronimo de Morais q se acha prezo na Cadeia Nova da Corte em Lxa e isto com todo o segredo e sem falta e quando a haJa lhe perderemos o respeito q sempre temos guardado a sua pecoa e a quanto lhe pertence e não so Vmce o sentira mas tambem os seus gados a palheiros e quando o Remeta vivera seguro e se lhe satisfara e se lhe savera agradecer em todo o tempo pois nos ficamos a espera da Resposta do noso amigo pa sabermos se sem ou não he emtregue da dita quantia e nada mais temos a dizerlhe ficamos as suas hordeis para o q lhe prestarmos

Sopriano Joze e Manoel Coimbra e mais camaradas

Legenda:

ExpandedUnclearDeletedAddedSupplied


Download XMLDownload textWordcloudFacsimile viewManuscript line viewPageflow viewSentence viewSyntactic annotation