António Simões Machado pede ao provedor que entregue ao corregedor a carta em que relata o assalto de que foi vítima.
| [1] | a hũ Jose Caetano, de Cordinhaã , do que
agora se está conhecendo em cantanhede,
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| [2] | pelo Menistro dali , e na vespera do dia da ma
infelicide, da meia noite, pa
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| [3] | huma
hora, forão vistos passar no Lugar da Penna, e no de Cordinhaã, com nu-
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| [4] | mero de 15, affora os que cá os esperavão, pa
o q derão aquelles hũ tiro, nos
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| [5] | pinheirais, aqui perto, q eu ouvi. e pencei ser á espera da lebre; bem como
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| [6] | tinha ouvido outro, no dia
em q vierão, e não puderão fazer a empreza, q
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| [7] | já hera a 3a vez q vinhão, segdo lhe ouvio huã
pastora. Eu fui avizado,
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| [8] | de q me tinhão revistado as cazas, mas D
Franco cruzio, em hũ quarto, sua
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| [9] | Mana, em outro, seu Mano,
na salla; e mas sobras e Pra em outo, em cazas
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| [10] | pequenas, q poderia temer?
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E como a VSa mandei a primra partecipassão, pençando, como
me
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| [13] | havião dito, ser o Menistro encarregado, e agora me dizem ser o Sr
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| [14] | Dr corregedor, rogo a VSa por bem do
publico, queira fazer-me
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| [15] | a Mercê de entregar esta ao do Sr; pa q sendo verde o ter-me mandado
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o avizo do lhe sirva esta. Aos mesmo tempo offereço a VSa e ao do Snr
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| [17] | a ma
inutilide
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Sou De VSa com todo o Respto
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| [19] | Cappellão; e mto attento affo vndor e obrmo
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Antonio Simoens Machado
Rezida de Murtede
18 de Dezbro de1823
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