A autora informa a destinatária, sua sobrinha, sobre a situação do irmão, que está preso.
| [1] | o abuzo dos meus condos está
Ds pagando Com lhe dar o
q
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| [2] | Eu sempre pensei Izabel Porcea
me dise na ma Cara
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Sra
D
Anna Eu estive em salReo e sei seu Sobro
é mto
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| [4] | terrivel e não é só Ladrão o
q furta na estrada tem-
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| [5] | bem o
q não paga a qm
deve: isto tem elle não hé ho-
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| [6] | mem q
sirva a suas Irmans senão de mta Ruina
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| [7] | Eu tenho
dó das suas Sobras mas o mal fizeram ellas
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mesmas a si, ora asim mmo tem pedido
mto o seu Irmão
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| [9] | as
Sras das Lagrimas mas nada. tenhão
satisfasão tratem
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verde
pa
Ds os ajudar. teu Irmão tem sido perguntado
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pellos Menistros Cada dia dis sua Couza qdo o
q se dis á -
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| [12] | primra ves Se dis sempre, inda o Juis do
Crime ardeu
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| [13] | Com estas tolisses está em Coimbra avaliado teu Irmão
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| [14] | pello
maior Asno do mundo Eu até tenho vergonha
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| [15] | disto e tua Mai hum bandalho pellos tribunais
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q Cauza não dó mas Rizo de porca e Rota, as
Servtas
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| [17] | bem o dizem na Porta grasas a
Ds
q não falo Com ellas
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Saudes a Ludevina e da
Joaqna Luiza e
Frca
emcomenda-
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| [19] | te a Vossa Sra e não tenhas soberbas
q essas estão bem
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| [20] | abatidas tua do
C
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| [21] |
Anna
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