O autor, sob nome falso, ameaça Manuel Vaz Lampreia pedindo-lhe ajuda na libertação de um companheiro.
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pedir nada mas eu obrigome q em
Vmce desdezendo
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| [2] | do q
tem dito q eu em garvão o mando
proguntar
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| [3] | e lhe mando Carta ma
pa me fallar tendolhe dado
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| [4] | o perdão
q esteje junto os atos
qdo Responder a
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| [5] | Concelho de Guerra este
homem he meo afilha
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| [6] | do tem Recebido mtos
dros de Marxantes de
Lxa
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nunca aMadou nada a ninguem tudo qto poem
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| [8] | a este
Homem são alevozias este Homem
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| [9] | não he qm dizem
este Homem não he filho des
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| [10] | sas teras pois he filho de hum Coronel e
a
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| [11] | filhado meo este Homem todos dizem q o
c
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| [12] | onhicem sem o verem este Homem em tudo
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| [13] | são errados este Homem em
Vmce seo
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q este Homem Seje Solto eu me obrigo
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| [15] | a
q elle andando por fêras
q elles lhe venhao
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| [16] | a descubrir qm lhe fes a sua
afronta porq o q
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Vce não o descubrir não descobre ninguem
porq co
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| [18] | nhece jente bom e máo por toda a
provincia do
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Lentejo e algarve e nesta corte he
elle dezer
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| [20] | lo q tem Sido verdadero fazendo o
q lhe digo
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| [21] | Com
brivide prometolhe
q em sua vida não te
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| [22] | nha prigo de maos
feitores e q cama em ma
caza
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| [23] | e saber qm se emtreça por elle o
Snr Intendente
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| [24] | e o
Snr Dezembargador de Corte e
cauza
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