O autor critica os padres de Elvas, denunciado o seu comportamento constitucional, «iluminado» e contrário à Regeneração.
| [1] | vão secretamte mas com todo o dezafogo; dezião huns
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| [2] | de q servio acclamarse o Rei prometeo mtos bens e quaes
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| [3] | são? males! speravimus bona venerunt mala e não de
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| [4] | vemos querer a Constituição? a Constituição prometianos a
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| [5] | liberdade, e igualdade, e esta regeneração, q nos in
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| [6] | dica? Servidão! Logo haja Constituição e não Rei. Q
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| [7] | nos prometeo o Rei depois da Regeneração? felicidades!
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| [8] | quaes são? o estarmos sujeitos ao seo despotama domi
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| [9] | nio, e dos vis lizonjeiros q o rodeião? Logo he bom se
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| [10] | guirmos o sistima constitucional, e não Real; porq nos so
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| [11] | mos do seculo illuminado, e não dos terroristas q esperão
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| [12] | o D Sabastião.
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| [13] | Depois de isto ouvir Exmo Snr pensei q eloquecia,
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| [14] | e fis tenção de partir pa a minha igreja mas deixo
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| [15] | esta pa q V Exa veja como está o mundo, e se não
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| [16] | vejo emenda nada direi aos meos freguezes, e q
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| [17] | venha o Pastor apascentallas:
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| [19] | Sou de V Exa
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| [20] | o mais humilde servo
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| [21] | O Pe João Costa
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