O autor queixa-se aos tios da forma como estes passaram a tratá-lo desde que ele foi viver para a Índia, acusando-os de não o apoiarem a ele nem às irmãs, e ameaçando cortar relações com eles.
| [1] | mister, bem pudera ella diser a seu marido, q eu sou seu
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| [2] | sobro, e q sequer com suas encommendas me ajudasse; e ou
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| [3] | veralhe de lembrar q minha mai a ajudou criar, mas emfim
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| [4] | eu me persuado, q ella e as sars suas molheres se conjurarão
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| [5] | contra mim, e q por sua causa me tratão vsms deste modo
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| [6] | deverão vsms advertir, q são meu sangue, e posto q as
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| [7] | sars suas molheres não, ellas conhecerão q se enganão em
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| [8] | quererem ter inimigos, pois os q o são ainda ausentes sabem
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| [9] | fartar sua colera. esta verdade exprimentara taobem seu
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| [10] | sobro mel bocarro, q dis ser meu irmão, q me mandou carta
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| [11] | de hũs 2V os, e dispois se arrependeo, não se ha elle
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| [12] | de rir, e diser q os tem, e eu sirvo outrem; eu me faço clerigo
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| [13] | pa o q fis meus negocios como me pareceo; e pois vsms me
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| [14] | tem tão estomagado sem causa, tomarão o q lhe vier; e
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| [15] | assi me podem ter não só por não seu servidor, mas nem
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| [16] | por seu parente. nosso sor ettc Cochim 16 de dezro de 624
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