O autor pede ao destinatário que faça uma petição em seu nome para que a quantia que o defunto lhe ficara a dever em vida seja contemplada no inventário de bens.
| [1] | Amigo e sor. os amigos como vmce servem os amigos na auzençia he ocazião
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| [2] | q vimdo oje sesta fra a 13 deste mes de agosto a fallar com a molher do mo
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| [3] | lleiro pra çaber qdo se fazia imventario pra botar quatro mil e tantos
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| [4] | rs - 4000 e tantos rs aquillo na verdade se achar me dize estavão em
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| [5] | formados os ofiçiais dos orffãos por omde lhe pareçia estaria ja feito porem
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| [6] | não bastante pra q se não deixe minha divida e como a molher me dis
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| [7] | he oje pra eça terra o Requerimto do jois não sei se qdo lla puder che
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| [8] | gar se çara no tempo q não tenha Remedio por onde venho a pedir a vmce
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| [9] | me faça favor fazer hũa petição em meu nome o escrivão pa q a llançe em
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| [10] | imventario q Eu e de gustificar a divida fico serto vmce não a de fal
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| [11] | tar a este favor q lhe peço q Eu não menos faltaria no q vmce me acupar q
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remdo em mim algu prestimo. Ds gde a vmce com a saude q deza vai de vi
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| [13] | lla quente de agoa do paço 13 de agosto de 683 annos servidor
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| [14] | E amigo de vmce
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| [15] | gregorio Rois seareiro
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