O autor pergunta à sua amada se ela também o ama, pois a forma como tem agido para com ele parece revelar o contrário.
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Minha snra Em outra q a vm escrevi mostrei o qto vivia cati-
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| [2] | vo dos seos afectos, e sempre na certeza q vm me correspon
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| [3] | deria a elles na ma igualdade e q teria a ma bontade, ainda
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| [4] | q me dizia tinha ma gosto de eliger a pessoa de vm, porem
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| [5] | como o amor he inquieto não pode estar sosegado, asim
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| [6] | des q Eu e meo Manno estivemos no raro dessa portaria
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| [7] | vendo q vm não queria aparecer a elle nem porse publi-
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| [8] | ca, nelle, e antevendo tambem q qdo a mandava chamar
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| [9] | Logo, todo o seo cuidado hera procurar companhia pa es
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| [10] | tar com vm me capacitei de q vm me não tinha amor
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| [11] | nenhum e q por politica hera tudo o q tinha obrado.
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| [12] | e andando eu metido em hum centro de epecondria so-
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| [13] | licitei saber o q na realidade hera, e achei q inda a
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| [14] | menos de oito dias recebeo vm de Lxa por via de hum
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| [15] | navegante hua carta de qm ja lhe disse, e tendome
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| [16] | vm afirmado q tal pessoa lhe não escrevia, nem lhe
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| [17] | falara e q he falço Dezejara aguora saver na lei em
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| [18] | que hei de viver pa asim ficar descançado Ds gd a pe-
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| [19] | ssoa de vm pellos anns q deza
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