A autora protesta por não ter a ajuda que pediu e por não conseguir a transferência de convento.
| [1] | q expermta a minha alma pois sendo inda por m
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| [2] | aos dos menistros de Ds mais emvidente he a mi
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| [3] | nha comdenação, eu istou no imferno pois isto sa
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| [4] | be Vmce, e eu milhor, porq sei mais e me sinto ja
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| [5] | nele arder e pelo q vou vendo sei não mais porq
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| [6] | he emremediavel a minha salvação; cudando alg
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| [7] | um dia so no imferno, não avia redenção a
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| [8] | gora vejo pelo q expermto na mesma igreija q
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| [9] | devia acodir com a maior ansia a minha alma
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| [10] | q estando inda no mundo ja tambem istou emr
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| [11] | emediavel oje detremino falar a Vmce mas escre
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| [12] | vo isto porq sempre lhe falo pouco, não sei porq eu
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| [13] | istou perdida d alma e do corpo e vejo q Vmces disca
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| [14] | nsão nqunto como q senão ouvera alma nem Ds
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| [15] | nem morte ora snros, eu não ei de ser so o q lhe ei de
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| [16] | dar conta como Vmces não tomão isto tanto a sua com
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| [17] | o ele sabe he justo la se avenhão pois istou vendo em
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| [18] | q rezulta o seu proprio q a ser como a rezão pede
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| [19] | serta estava eu no remedio da minha alma mas ja
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| [20] | sei pouco mais ou menos o q a de vir Vmces discansão e
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| [21] | zombão e eu no imferno metida, athe de todo me
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| [22] | deicharem cahir isto he emcrivel em christandade
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| [23] | eu ando de cada ves mais doente se socorrer Vmces dei
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| [24] | cho emcarregados na minha salvação pois eu porpuslhe
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| [25] | o remedio q se lhe sabia dar se se procurase como se deve
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