A autora, viúva e mãe de 12 filhos, queixa-se ao irmão das suas dívidas e pede-lhe ajuda.
| [1] | despois q deos levo quem Ds tem nem de mim nem de
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| [2] | juaquina se tem tirardo doensas asim não sei o q a
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| [3] | trebua; porq a tive agora com huma molina mto
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| [4] | grande e mais doensas q tem tido e veja meu Irmão
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| [5] | os gastos de tudo isto q as vezes me vejo douda se não me
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| [6] | forão animando ja o estivera; porq me vejo com tan
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| [7] | tos embarasos q seponho me porei a servir como dan
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| [8] | tes porq não sei o q ha de ser de mim e destes tristes
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| [9] | filhos porq me vejo molher de quem foi e no trato em
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| [10] | q elle se se trava e agora me vejo desta sorte q so
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| [11] | a vista a podira vm ver; porq se me virar no tem
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| [12] | po em q nos moravamos na Rua de S Pedro matre
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| [13] | tinha eu atão outtro valer porq não tinha os a
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| [14] | chaques que tenho e ter parido doze filhos mas
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| [15] | tudo ponho nas mãos de deos e a nas de vm q pa mi
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| [16] | m não lhe peso senão pa estes filhos porq ja q
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| [17] | estes tios q cá tem lhe não serve de nada porq
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| [18] | foi tal o sor Pedro valladas q lhe escrevendo o sor
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| [19] | Belxior do Rego huma carota q podia fazer cho
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| [20] | rar pa q me prestase tres mil corzado sober hũs
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| [21] | titullos de huma fazenda ofresendo lhe juros q
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| [22] | os mesmos titullos estão empenhados na huma Ir
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| [23] | mandade na guarda q jozeph Pra ja tinha em
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| [24] | penhado em sua vida e como tive carta p do
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| [25] | provedor da menza q mandase destrata o juro
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| [26] | quando não me punha a fazenda na parsa foi
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| [27] | me valer do sor Belxior pa me escerver o dito
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| [28] | a sor Pedro valladas foi tal q nem Respondeu
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| [29] | o sor Belxior; veja vm q irmão este pa
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