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Maarten Janssen, 2014-
| Resumo | O autor gaba-se de ter tido um papel na prisão do destinatário e desafia-o a ir buscar auxílio aos liberais, já que traiu os realistas. |
|---|---|
| Autor(es) | João Baptista de So. |
| Destinatário(s) | Joaquim José de Oliveira |
| De | S.l. |
| Para | Portugal, Lisboa, Cadeia do Aljube |
| Contexto | No contexto das lutas liberais, Joaquim José de Oliveira, comissário de corveta e contínuo do Real Conselho da Marinha, liberal, foi acusado de falsificar dois avisos régios dirigidos ao presidente do Real Erário e ao Major General da Armada Real, crimes dos quais foi considerado culpado. Quem o denunciou foi um companheiro da Fragata Pérola, assumido partidário da «rainha» D. Carlota Joaquina. Escreveu esta carta ao procurador do processo do réu atormentando-o com a culpabilidade de um «malhado». |
| Suporte | uma folha de papel dobrada, escrita nas duas primeiras faces e com sobrescrito na última. |
| Arquivo | Arquivo Nacional da Torre do Tombo |
| Repository | Casa da Suplicação |
| Fundo | Feitos Findos, Processos-Crime |
| Cota arquivística | Letra J, Maço 244, Número 8, Caixa 635, Caderno [3] |
| Fólios | 8 |
| Socio-Historical Keywords | Rita Marquilhas |
| Transcrição | José Pedro Ferreira |
| Revisão principal | Rita Marquilhas |
| Contextualização | José Pedro Ferreira |
| Modernização | Rita Marquilhas |
| Data da transcrição | 2007 |
|
1833. Carta de João Baptista de So. para Joaquim José de Oliveira, comissário de corveta da Marinha.
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