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Maarten Janssen, 2014-
| Resumen | O autor avisa o destinatário do facto de um preso ter sido reconhecido por duas testemunhas; estas teriam pedido segredo, com medo de represálias. |
|---|---|
| Autor(es) | João da Costa |
| Destinatario(s) | Manuel Rodrigues de Melo |
| Desde | Portugal, Faro, Olhão |
| Para | Portugal, Faro |
| Contexto | Processo relativo a Jerónimo de Morais, Manuel de Jesus dos Passos (ou Estêvão da Assunção Longo) e José de Sousa, o Azeite, procurados por serem salteadores de estradas, caminhos e casas. Os três réus apresentavam passaportes falsos. Nesta carta, um dos réus, Jerónimo de Morais, escrevia a um conhecido seu em Lisboa, Francisco da Cunha Machado, dizendo-se inocente e pedindo auxílio. O destinatário acabou por ser chamado a testemunhar no processo. |
| Archivo | Arquivo Nacional da Torre do Tombo |
| Repository | Casa da Suplicação |
| Fondo | Feitos Findos, Processos-Crime |
| Referencia archivística | Letra J, Maço 111, Número 3, Caixa 302, Caderno [10], Apenso 11 |
| Folios | [28]r-v |
| Socio-Historical Keywords | Rita Marquilhas |
| Transcripción | José Pedro Ferreira |
| Revisión principal | Rita Marquilhas |
| Contextualización | José Pedro Ferreira |
| Normalización | Rita Marquilhas |
| Fecha de transcipción | 2007 |
|
1821. Carta de João da Costa, escrivão de fábrica de igreja, para Manuel Rodrigues de Melo, juiz-de-fora.
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