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Maarten Janssen, 2014-
| Resumo | O autor escreve a queixar-se de Maria da Costa, a qual jurara vingar-se dele. |
|---|---|
| Autor(es) | Joaquim Pereira Bravo Vasconcelos |
| Destinatário(s) | Anónimo388 |
| De | S.l. |
| Para | Portugal, Lisboa |
| Contexto | As cartas foram entregues voluntariamente pelo padre Joaquim Pereira Bravo Vasconcelos com o valor de confissão. Efetivamente, procurara antecipar-se à denúncia de Maria da Costa perante o Santo Ofício, como veio a concretizar-se, sendo remetida do Porto a 21 de outubro de 1790. Os factos reportavam-se a quatro anos antes, altura em que aquela mulher, casada, foi assediada por diversas vezes por Joaquim Pereira Bravo Vasconcelos aquando do ato de confissão, chegando mesmo a cometer-se "actos venéreos", incorrendo assim no crime de solicitação. Em face das "sensíveis mostras de arrependimento", o réu foi libertado e sentenciado a cumprir rigorosamente com as penitências espirituais que lhe foram determinadas. |
| Suporte | uma folha de papel de carta escrita em ambas as faces. |
| Arquivo | Arquivo Nacional da Torre do Tombo |
| Repository | Tribunal do Santo Ofício |
| Fundo | Inquisição de Coimbra |
| Cota arquivística | Processo 722 |
| Fólios | [36]r-v |
| Socio-Historical Keywords | Ana Leitão |
| Transcrição | Ana Leitão |
| Revisão principal | Rita Marquilhas |
| Contextualização | Ana Leitão |
| Modernização | Clara Pinto |
| Data da transcrição | 2015 |
|
1791. Carta de Joaquim Pereira Bravo Vasconcelos, padre, para destinatário não identificado, inquisidor.
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