Faustina Maria escreve à mãe, contando-lhe a sua vida no
convento e agradecendo-lhe todas as encomendas que recebeu (dinheiro,
biscoitos, açúcar, marmelada e porco para comerem e fazerem
chouriços).
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e de tudo a Snra Sta Anna lhe de o pago e a enxa de seu amor
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e lhe de mta pasiensia Com estas filhas q são a Cauza de todos os ceus tra
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balhos espicialmte eu q Confeso q o sou e o mesmo Ds se queixa de
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q eu o sou e eu po a vmces milhares de perdois de tudo Coanto lhes hei
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feito em toda a Minha vida e peso por esmola Roguem a Ds por m
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im para ver se asim aplaCa a sua indenasão q sobre mim
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esta por meus grandes peCados q se não fora Minha May e mestra
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a a Cujo abrigo me Chego senpre e minhas mizerias não sei q tinha
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sido de mim eu não sei esplicar o mto q lhe devo mais antes me fica
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mto pezar porq Conheso o Coanto lhe sou engrata e vmces tãobem
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lhe devem mto e mto q não susega nem lhe Cabe no seu peito as in
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justisas q fazem a vmces e Clama ao seu e heses pobres mize
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raveis tenho mta pena deles q Coando não fose may basta
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serem vmces filhos de minha May e mestra e filhos do seu aMor para Ds
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severamte os Castigar pelo q fazem a vmces e tenão por serto
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q se o mundo lhes furta tudo o seu lhe a de suprir abondante
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mte por nosa aMoroza May e mestra e são pobres dos bems tenpo
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rais serão mui riCos dos celestiais porq se os filhos erdão aos
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pais mto temos q erdar porq nosa May he mto riCa todo o Ceo
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he seu e qm quizer algua Coza para la reCora a ela q he
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a hunica Carta de guia para o inperio e so ela esta sustentando
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o mundo q tem a vida de todos na sua Mão q os santos do ceu estão
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todos armados de justisa Maria santisima se apilida may da
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divina justisa q ja não he mai de miziricordia e so Roza
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Maria Igesiaca da vera Crus he May Conpasiva de todos os fi
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lhos de adão e mais breve q esperão todos o saberão não permita Ds
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q eu q estou na sua Conpanhia me aparte dela nunca eu sempre
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