| [1] |
Não tive mais Carta de Vm nem do Conde
|
|---|
| [2] | o que sinto mais do que a cauza pede,
e he Rezão
|
|---|
| [3] | por que a não sey: Logre Vm boa saude com os
acre
|
|---|
| [4] |
centamentos que o novo mundo Justamente
lhe
|
|---|
| [5] | Esta prometendo que o mais não he de Conçide
|
|---|
| [6] |
ração Larguamente tenho esCrito em tres oCçaziõis
a
|
|---|
| [7] | sim da nao de meca Como do Crime do paigẽ
|
|---|
| [8] | E contreverçia com as Juridição ecleziastica na
|
|---|
| [9] | de
meca esta a verdade bem distinta e declarada
|
|---|
| [10] | no Crime do paigem tenho proçedido comforme
|
|---|
| [11] | as Leis
e meu Regimento sem exçeder o modo o ecle
|
|---|
| [12] | Ziastico conheçeo a Verdade e asim não
teve ma
|
|---|
| [13] | is que hũ simples ameaço sem execuscão algũa
|
|---|
| [14] | Esta tudo quieto he nestas tres couzas
se me não
|
|---|
| [15] | emguanão tenho a opinião popular da minha
|
|---|
| [16] | parte da Jurisdição e alçada de ouvidor e auditor geral
|
|---|
| [17] | não
tenho mais que a vox porque não prendo
|
|---|
| [18] | nẽ condeno ninguẽ, pellas Cartas
de dinis da fon
|
|---|
| [19] | çequa tera Vm sabido como estes officios nos não
|
|---|
| [20] | Rendẽ o nessecario
para o sustento cotidiano; eu ten
|
|---|
| [21] | ho gastado algũs pardãos que tinha pera o Caminho
|
|---|