A autora relata as experiências místicas de uma recolhida no seu convento. Dá notícias de duas outras mulheres, que também recebem cartas do padre, e transmite o testemunho de um milagre.
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Vi a carta de VM e a lli a D franca e a Anta
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ellas vão adiente com as suas boas emclina
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| [3] | çons. e julgo sim comtinuarão com a grassa
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| [4] | de Ds sua oração emqto VM lhe asistir com
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| [5] | suas doutrinas por cartas
eu suposto q emvio
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| [6] | estas suas e as dellas abertas não as leio so ve
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| [7] | jo pa qm são pa dar a cada huma a sua e ellas.
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| [8] | tem esta mesma vontade
a piquena he huma
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| [9] | inosente hum Anginho a outra tem boas emcli
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| [10] | naçois e esperta juizo asentado
de qm ja tem
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| [11] | annos pa hisso q julgo pouco
mais o menos tem
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| [12] | os meus, tem padecido na sua vida, he de monte
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| [13] | mor filla de hum capitão
gemte boa ficou po
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| [14] | bre por falta dos Pais, aqui lhe derão lugar de
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| [15] | Colligial, tem sua Irman
no Salvador dos
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| [16] | franca de Bellem, dis q aqui estara toda
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| [17] | a vida,
he boa donzella estimo mto vella
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| [18] | tão bem emclinada e dada a Ds ella
sim
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| [19] | tem geito pa amar. Com mta serteza sey hum
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| [20] | milagre q sosedeo em fronteira q hum dia não
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| [21] | sei se foi sabado d alleluia dis veio
huma
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