| [1] |
|
|---|
| [2] | Snor
façame m q se veja cõ minha maĩ e cõ miçia gomez e q
|
|---|
| [3] | lhes diga como fico mto bẽ desposto e q m ẽcomẽdo ẽ
|
|---|
| [4] | sua bẽsão e q tenho mta cõfiãosa ẽ noso snor q muito
|
|---|
| [5] | sedo nos vejamos p coallqr via q seja e q não se agaste
|
|---|
| [6] | nimgẽ por mĩ/ tãobẽ lhe peço q ẽ coymbra agora
|
|---|
| [7] | vm pasar per va por sãota justa he jumto a capella
|
|---|
| [8] | das casas q forão do recoveiro pgũte por dous cristãos
|
|---|
| [9] | novos q sairão neste auto pasado sãobinitados hũ se cha
|
|---|
| [10] | ma ho lco amdre nunéz he houtro se chama do nu
|
|---|
| [11] | néz e são da tore de mẽcorvo he secretamẽte
|
|---|
| [12] | lhe diga como esteve comigo e hõde fico e q não
|
|---|
| [13] | lhes escrevo porquãto são çerto estarẽ ai mas q lhes
|
|---|
| [14] | beijo as mãos e q me escrevão llogo porq ca a
|
|---|
| [15] | si ho fazer/ he q ho q lhes dei no carçere aõtes q se
|
|---|
| [16] | fizese o auto q me mãodasẽ a miçia gomez a sãota
|
|---|
| [17] | cõba q se lho não mãodarão haymda q ho dẽ a vm pa q
|
|---|
| [18] | lho lleve e por sinal q lhe cosi hũa cõta na sua ca
|
|---|
| [19] | Rapusa de doo/ e do q vm pasar cõ helles secretamẽte
|
|---|
| [20] | fara cõta a misia guomẽz porq se ho não tẽ arecadado q
|
|---|
| [21] | ho mãode arecadar//. follgara muito d estar ẽ parte
|
|---|
| [22] | e a tẽpo pa lhe fazer allgũ serviço mas cõfio ẽ noso snor
|
|---|
| [23] | q se me der vida sirva esta m cõ as mais a heses snores de sãota
|
|---|
| [24] | cõba q lhe pareser e a snor seu sogro e cunhado beije as
|
|---|