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Maarten Janssen, 2014-
| Resumo | O autor ameaça o guarda-livros, caso este não lhe dê as moedas de que diz precisar. |
|---|---|
| Autor(es) | João António Martins |
| Destinatário(s) | António |
| De | Portugal, Lisboa, Calçada do Combro |
| Para | Portugal, Lisboa, Largo da Anunciada |
| Contexto | Diversas pessoas, que diziam não conhecer João António Martins, receberam cartas deste, algumas delas assinadas por José Veríssimo. O réu acabou por confessar que todas as cartas constantes do processo eram da sua autoria, apesar de três delas estarem assinadas em nome de José Veríssimo. Justificou ter ocultado a verdade, dizendo que o próprio Veríssimo assim lhe pedira que o fizesse. O réu foi condenado a dez anos de degredo para Moçambique. |
| Suporte | meia folha de papel dobrada escrita numa das faces |
| Arquivo | Arquivo Nacional da Torre do Tombo |
| Repository | Casa da Suplicação |
| Fundo | Feitos Findos, Processos-Crime |
| Cota arquivística | Letra J, Maço 20, Número 9, Caixa 57, Caderno [2] |
| Fólios | [6]r |
| Transcrição | Leonor Tavares |
| Revisão principal | Rita Marquilhas |
| Contextualização | Leonor Tavares |
| Modernização | Catarina Carvalheiro |
| Anotação POS | Clara Pinto, Catarina Carvalheiro |
| Data da transcrição | 2007 |
|
[1831]. Carta atribuída a João António Martins, armazenador de vinho, mas assinada com o nome de José Veríssimo, para António, guarda-livros.
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