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1815. Carta de Joaquim António Maltês, estalajadeiro, para o seu advogado José Brochado Velho do Couto.

Autor(es)

Joaquim António Maltês      

Destinatário(s)

José Brochado Velho do Couto                        

Resumo

Defesa do réu, enviada ao seu advogado, provando a sua inocência.

Texto: -

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[1]
basta este Ducumto Illmo Snr pa se reputar o mais tambem falco, e se conheser, o odio, e vingança q comigo tramão.
[2]
Quando eu fui prezo em 1810, pella culpa, constante da Certão q como ja disse remeto, requeri a Intendencia Portaria pa se me remeterem todas as culpas q tivesse naquelle Juizo, o qual se me expedio,
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porem aquelle corregor abuzou daquella determinação, e so agora achou ocazião de me remeter a Querella q contra mim deu João Pinheiro da Va de Chão de Couce q naquelle tempo ja se achava dada;
[4]
dos Autos a de constar, ou esta junta hua Portaria da Intendencia, q eu requeri pa se devassar contra João Simes Vaz das Vendas seu Ir Joze Simes; e outroz
[5]
e tirandosse, por testas, Vicencia, Genoveva, Anna, e Francaisca, e Franca Sa De João Ferra, e sua fa Anna, estas depozerão contra mim, por serem as primras 3 Irmans, a Criada, a , e primras e comadres do do João Simes Vaz
[6]
, e a testa Franco Simes não so me ajudou a tirar o tiro de q me queixo, mas tambem Jurou contra mim,
[7]
não quero ser mais oportuno,
[8]
e sou De VSa Subdito e Reverte Cr
[9]
Cadea da Cidade 14 de abril de 1815 Joaquim Antonio

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