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Maarten Janssen, 2014-

CARDS5182

1818. Carta de José Joaquim de Góis, embarcadiço, para Alexandre António de Sousa Freitas, meirinho.

Autor(es)

José Joaquim de Góis      

Destinatário(s)

Alexandre António de Sousa Freitas                        

Resumo

O autor, preso, escreve ao destinatário dando indicações sobre o que fazer com objetos furtados.
O script do Java parece estar desligado, ou então houve um erro de comunicação. Ligue o script do Java para mais opções de representação.

Snr ALixandre

Ahi lhe mando hum ANel q este vaL vinte Moedas i hum reLojo q travalha Sobre um diamante q vaL 5 Moedas o AlfeNeite quaDoSgndo Sair eu lhe direi Aonde esta pa vmce ir o mandar BosCalo ou AlfeNeite o SinCo Moedas aSim isto quer toda A CauteLa porem quanto ASim eu Não imPoLoro Sulttuura pois Não he tão Brebe peSo pa A CavaLaria do PrinSepe pois isto quanto Mais Brebe Milhor porq So eu Seii o Brigo em q estou ASim Não ha de Ser iSo q he q a ha de Levar i veja Se Sigunda feira Me tera de Segredo Sem falta i venha Logo Logo fallar Comigo pa hir Boscar o dito Alfeneite Disto Sem faLenSia pois Não ter travalho isCuzado ficar Livre de uma parte i desgraSado por outra ASim Disto resposta i veja Se vende iSo o impenha soNegadaMente pois eu SaBerei agradeSerlhe tamBem pa vmce q tenha Sua vaLia etc i diga Mesmo o prigo em q estou a ma Mai pa q Não Cuide q he peta i o reLojo de meu pai q paça por a mao do isCrivão Se não poder vir paSienSia eu lhe darei outro


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