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Maarten Janssen, 2014-

PSCR4636

1757. Carta de José Luís Soares de Barbosa para António Neto Coelho de Carvalho.

ResumoO autor pede ao destinatário o empréstimo de certa quantia, que garante restituir em breve.
Autor(es) José Luís Soares de Barbosa
Destinatário(s) António Neto Coelho de Carvalho            
De Portugal, Setúbal
Para Portugal, Setúbal
Contexto

Fundo documental reunido por João Carlos Almeida Carvalho, advogado, natural de Setúbal, bisneto de António Coelho de Carvalho. Este arquivo, constituído sobretudo por notas manuscritas de Almeida Carvalho sobre a história de Setúbal, integra igualmente registos patrimoniais e financeiros da sua família. Faz parte desta coleção documental a presente carta, em que José Luís Soares de Barbosa, juiz de fora de Setúbal e futuro pai do poeta Manuel Maria Barbosa du Bocage, pede um empréstimo em dinheiro a António Coelho de Carvalho.

No suporte desta carta, foi feito um registo de obrigação, também datado de 1 de julho de 1757, que declara dever José Luís Soares de Barbosa a quantia de 380 réis. Este registo é seguido de um outro, da autoria de João Carlos Almeida Carvalho, que valoriza o gesto do bisavô pelo empréstimo concedido a José Luís Soares de Barbosa.

Este manuscrito surge acompanhado de diversos recibos passados pelo autor da carta a favor do destinatário: um, datado de 02/07/1757, no valor de 380 réis; outro, de 31/10/1758, no valor de 50{#//note[@subcat="context"]}0 réis; e, um último, datado de 05/04/1759, no valor de 380 réis, em que Soares Barbosa se comprometia a pagar com juros. António Coelho de Carvalho anota em cada um deles: "nada de juro, porque não o serve por dinheiro".

Suporte meia folha de papel escrita no rosto do primeiro fólio e com sobrecrito no verso do último.
Arquivo Arquivo Distrital de Setúbal
Repository Arquivo Pessoal de Almeida Carvalho
Cota arquivística 12/458/pt. 102/1/8
Fólios 2r e 6v
Online Facsimile http://www....
Transcrição Ana Leitão
Modernização Catarina Magro
Data da transcrição2016

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Sr Antonio Coelho de Carvalho

O sequestro do Parrela meo devedor, me faz não poder valer-me por ora do que he meo, e os meos amos q com efeito o são não podem, e os q podem, tem mostrado q o não são. Por nececitar de oito moedas me acho detido nesta terra, tenho penhores, e certeza de as satisfazer ate quinze de setembro. vmce he dotado de honra e grandeza de Coração, por cujas razoens reconhecendo q ha de pezar a grandeza da ma aflição, não havendo entre nós toda aquela confiança q facilita, e naturaliza estes rogos, lhe pesso q me queira valer com este dinheiro de baixo das sobreditas condiçoens na certeza de q lhe ficarei em huma eterna obrigação e com eficazes motivos e dezejos de servir a vmce a qm Ds Gde ms as Caza a 1 de Julho de 1757

De Vmce Servo e mto dor Joze Luiz Soares de Barboza

Eu havia de hir peçoalmte aos seos péz e não o faço por q se não diga q estando criminozo vou á praça


Legenda:

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