Corpus de Textos Antigos

Menu principal


Powered by <TEI:TOK>
Maarten Janssen, 2014-

M1008T1008

História de mui nobre Vespasiano

TitleHistória de mui nobre Vespasiano
AutorDesconhecido
EdiçãoMaria Inês Almeida
Tradução/RedacçãoTradução do castelhano. O poema em francês do séc.XII Vengeance de Nostre-Seigneur ou Histoire de la destruction de Jerusalem está na origem de prosificações levadas a cabo nos sécs. XIV e XV e que forneceram o arquétipo para as traduções ibéricas deste texto.
Data da Tradução/Redacção1496 (antes de)
TestemunhoLisboa, Valentim Fernandes, [1496?]. Biblioteca Nacional de Portugal, Inc. 571
Data do Testemunho1496
BITAGAPManid 1008, cnum 1008, Texid 1008
GéneroNovelística

O script do Java parece estar desligado, ou então houve um erro de comunicação. Ligue o script do Java para mais opções de representação.

índice   8r < Página 8v > 9r

psença d todos lhe disse barabas . Senhor pilato eu vos dou de conselho q ẽuies o tributo ao emperador: nẽ ho tenhaes por senhor d jherusalẽ : pois todo o pouoo vos quer por senhor . cõpre lhe a elle q seja senhor de roma e de lõbardia . E ajnda vos digo mais q seguro podes estar disto q se o empador quiser qua vijr ou passar suas cõpahas que mingoa d’augoa pode muyto star nem viuer em esta terra . E quãto mais poderosanẽtepoderosanẽte: erro por poderosamẽte. vier quãto moor dano seu sera q se perderiã de sede as suas cõpanhas . pello ql senhor temaes nem ajaes medo do empador E pilatus teue por boõ cõselho q lhe deu barabas : e quisera prender o mestre salla do empador pera o matar : mas barabas lhe disse . Senhor o façaaes q he mesegeyro e tem culpa nẽ deue reçeber mal : ante pode dizer todo quãto quiser do emperador e de quem quer q ho ẽuia a messagem E logo se partio gays o mestre salla de pilato mal pago : e saio se dizẽdo . que mao cõselho auia tomado pilato . E quãdo foy a casa de jacob demandou liçença de jacob e de toda sua companha . e prometeo lhe q o poeria em graça e em merçee do empador : e deu lhe graças e merçees do seruiço q lhe tinha feito : e sayo d jerusalẽ a molher veronica e os çinco caualleyros q o acõpahauam e vam se por suas jornadas atee q forom em zessare . e alli ẽtrarom na fusta em q vierõ : e forom sua via atee q chegarom a acre . E nosso senhor ds quis lhes

Guardar XMLDownload text