Corpus de Textos Antigos

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Maarten Janssen, 2014-

M1008T1008

História de mui nobre Vespasiano

TitleHistória de mui nobre Vespasiano
AutorDesconhecido
EdiçãoMaria Inês Almeida
Tradução/RedacçãoTradução do castelhano. O poema em francês do séc.XII Vengeance de Nostre-Seigneur ou Histoire de la destruction de Jerusalem está na origem de prosificações levadas a cabo nos sécs. XIV e XV e que forneceram o arquétipo para as traduções ibéricas deste texto.
Data da Tradução/Redacção1496 (antes de)
TestemunhoLisboa, Valentim Fernandes, [1496?]. Biblioteca Nacional de Portugal, Inc. 571
Data do Testemunho1496
BITAGAPManid 1008, cnum 1008, Texid 1008
GéneroNovelística

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de foy a fame e a careza que era na çidade por rezam das mnytasmnytas: erro por muytas. gentes q hi estauã q vierã a honrrar a festa e trouuerõ mãtijmẽtos . e quãto se pcatarõ virõ se fortemẽte çercados do emperador e do seu filho titus q poderõ sayr . E quãdo pilatus vio que a gẽte meuda morria de fame e muytos hiã dizendo polla çidade fame ouue se por mal auẽturado . e ouue grande doo das gentes q morriã de fame . e mandou dar pregam polla çidade q todos os homẽs buscassem de comer por as casas destes ricos homẽs . e q partissem elles os mãtijmẽtos q teuessem . e qndo o pouoo ouuio o pregam ouue grãde prazer e grãde consolaçam . e van se logo polla çidade pollas casas dos ricos homẽs q lhes dessem de comer . e vereis antre elles muytas punhadas e pancadas e outros armas q muytos morriã . E aqlle que moor golpe podia dar ficaua por elle e auia a moor parte da vianda E andauã cada dia espreitando pollas casas dos ricos homens . e alli onde viam fumegar logo eram alli . e por voontade ou por força tomauã tudo quanto achauã q d comer . E assi em poucos tẽpos forom gastados todos os matijmentos q tam soomẽte ficou cousa algũa de comer fossede: falta provavelmente o pronome relativo: nõ ficou cousa algũa que de comer fosse. . E des q todo lhes falleçeo comerõ as portas da çidad que eram ẽcoyradas de coyros de buffaros e de boys . e as gentes tomauã os pedaços daquelles coyros . e coziã nos pera comer . e aqlle q moor pedaço podia

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