Corpus de Textos Antigos

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Maarten Janssen, 2014-

M1143T1122

Do Inferno

TitleDo Inferno
AutorDesconhecido
EdiçãoEsperança Cardeira
Tradução/RedacçãoDesconhece-se a origem do texto, presumivelmente tradução do latim.
Data da Tradução/Redacção1450 (ant.)
TestemunhoBiblioteca Nacional de Lisboa, Alc. 462, fls. 167v-169v
Data do Testemunho1431-1446
BITAGAPManid 1143, cnum 1084 Texid 1122
GéneroDidáctica e espiritualidade

índice Página 167v > 168r

Capitollo q falla do Inferno

O jnferno diz a sancta escptura . he so a trra . logar qrecente de todo bem . e auondado de todo mal . a tanto q aJnda q homẽ teuesse lingoa de aceiro . e uiuesse mil an se podesse séér . poderya cõtar qntas penas e tormẽt aly soffrem os mizqnh dos pccadores . Antre as outras penas graues q hy ha . põõe a escptura noue q som pncipaaes . A pmeira diz q he de fogo asy ardente q aJnda q o mar caysse sobre ell . non no apagarya . Aqll fogo he de tal nata q arde e luz . o queimar delle ha cõparaçõ . Qua ds o cou do começo do mũdo . tal especia . q ell queima os diaboos q som spus . e queym’as almas . A segũda pena he muy traira desta . q he pena de frio tam esquiua . q non pode seer sofrudo . e he tam gue


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