Uma frase mais interessante neste artigo comece assim: Enquanto estuda a maqueta
do sítio, Álvaro Siza Vieira rabisca no papel a forma de um gato que, no momento
seguinte, transforma-se no esboço de formas onduladas e fluidas deste museu. Isto
é a razão que escolhi o artigo para ler, uma vez que a frase descreve indiretamente
e poeticamente o exterior do museu.
O escritor revela que uma equipa de Álvaro Siza Vieira construiu um museu chamado
Mimesis para uma editora coreana em Paju, uma zona subúrbana do país, com um objetivo
de guardar a coleção particular de arte contemporânea. O Mimesis, como outros trabalhos
do arquiteto, foi concebido numa forma excepcional permitindo a luz natural na maior parte
do edifício através do estudo rigoroso do arquiteto. Portanto, os visitantes podem aproveitar
uma coleção vasta de arte contemporânea numa condição agradável. Mesmo que contivesse os dados
atraentes, julgo que o artigo mostra algumas falhas e parece menos útil para os leitores. Vou
explicar sobre as falhas no parágrafo seguinte.
Primeiro, o escrito não mencionou sobre todos os arquitetos no título e os seus trabalhos que
contribuiam para o projeto do Mimesis: Álvaro Siza Vieira, Carlos Castanheira e Jun Sung Kim.
Ainda que Álvaro Siza e Carlos Castanheira fossem conhecidos internacionalmente, o nome de Jun Sung
Kim e detalhes sobre o seu contributo não foram dito no texto. De acordo com um outro artigo relativo
do projeto, descobri que Jun Sung Kim é um aprendiz de Alvaro Siza. Não compreendo a razão de que o
escritor escreveu o nome no título quando ele não ia falar dele.
Segundo, assumindo que o principal arquiteto do projeto é Álvaro Siza, uma característica
distintiva do museu comparando com as suas outras obras anteriores foi omitida. Como nem um arquiteto
concebe mesmo edifício, tem de ter diferenças entre o Mimesis e obras prévias. O artigo tem faltado
este aspeto importante e isso pode levar os leitores em dúvida. Além disso, seria melhor se relatasse
o novo projeto com mais claridade e objetividade. Gostava da história de Carlos Castanheira, dando um
exemplo de gato, mas a narração foi menos específica e concreta.
A última coisa que queria indicar é que o texto ficou seco e aborrecido sem episódios, tal como dificuldades
ao expressar a forma ondulada e fluida no trabalho, ou obstáculos financeiros no processo da construção.
Noutra notícia que ganhei informações interessantes, estava a dizer que o arquiteto gostava de usar uma massa de cimento
com boa qualidade, em outras palavras, um concreto branco para dar um toque particular
numa superfície do edifício. Porém, desistiu a ideia devido ao custo(10 vezes mais caro, conforme a notícia) e
acabou de pintar uma tinta branca na parede depois de construção.
Para a conclusão, tenho argumentado sobretudo numa perspetiva crítica sobre o texto escolhido.
O artigo deve ser claro no sentido de conteúdo e conter informação suficiente para os leitores, já que um escritor
precisa de considerar a possibilidade de que eles não conheçam bem sobre o assunto surgido, portanto, queiram
saber o que é um assunto e porquê é importante. Se fosse incluido os dados indicados no início deste escrito, penso
que seria um artigo mais informativo e engraçado.