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Maarten Janssen, 2014-

Representação em facsímile

1591. Carta de Gonçalo Vaz, lavrador, para o seu sobrinho, Baltasar Nunes, mercador.

Autor(es)

Gonçalo Vaz      

Destinatário(s)

Baltasar Nunes                        

Resumo

O autor exprime pena pela prisão do destinatário e oferece-lhe a sua ajuda.
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snor

foi me dado a vosa carta pelo portador estãodo pa elle ir caminho d evora dar a vosa carta e outra q ia voso escrito ho tpo d agoa tãoto que me pareceo bẽ tornarse pelo que oje as mãdarei e me mãodarã a reposta e verei o que niso se a de fazer bẽ sabeis q nestes casos não ha mais que emcomendar a des e aguardar o que detreminão em evora se vos ã de levar ou não querera des q os tire neguandos q derão nos outros vos não soubesem ho nome e se volo souberão avei pasiensia pois xpo a teve por amor de vos e pasou mais ẽfamias do que todos podẽ pasar por amor dele cõsolaivos serdes xpuão e temẽte a des porq o que ho he teme nada e des ten cargo dos seus e os não desempara da sua mza pois em vosa gerasão ha judeo nẽ mouro nẽ se tendes algũus pecados purguaios agora na mosidade tãoto que vier recado d evora irei la eu tinha mãdado abrãotes recado pello meu moso o sãtos miz pa saber como pasava ho caso he vindo o moso ainda mas segdo entendo estais desenparado de todos ile divera de acodir a iso e falar o snor bispo acatar remedio ja que tragua por iso a elle e a outrẽ e vos



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